Poucos sentem, poucos sabem senti-lo e ainda menos são capazes de entendê-lo. Posso me apresentar prepotente ao falar que, já o senti, sinto e aprendi a entendê-lo. Não, não compreendo por completo. Mas sei distinguir perfeitamente quando um acaba e quando um melhor começa. Não sei se já fizeram essa comparação, mas é como um pequeno pé de feijão no algodão dentro do pote de danoninho na 2ª série. Nutra ou morra. Simples, sem tamanhas complicações e explicações mirabolantes sobre como funciona. É bastante simples e bastante direto. E não venha me dizer que não há limite para o amor. Há sim! E nele se encontram os mais tênues dos limites dentre quaisquer outros sentimentos mortais. Inveja, frustração, decepção, falsidade, mentiras, perseguições, sentimentalismo, dor. Tudo isso é parte integrante do que aos poucos, ou às vezes em uma única tacada, destrói o amor. Aprendemos bastante com tudo e todos que amamos, sejam essas lições boas ou ruins, são lições a serem levadas para o túmulo. Nenhum amor pode ser resgatado, revitalizado. Amores são tacadas únicas, que se assim forem cuidadas, perpetuaram o destino incerto que qualquer obstáculo poderá propor. Como diria o ditado “Café requentado nunca tem o mesmo gosto”, pois então “Amor uma vez quebrado, jamais será atado”. Aprenda, nem sempre o que se sente ou imagina sentir é amor, normalmente é apenas carência ou dor.
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