Ambas satisfazem o prefácio do amor. Não sou romântico, ou semântico. Sou apenas um curioso que escreve pelo prazer de expressar um pouco de complexidade para mostrar a simplicidade de sentimentos e virtudes antes complexas. Voltando ao foco, a carência se mostra dolorosa a partir do momento em que cai uma ficha em nossa consciência em formato de cabine telefônica londrina. Na ficha, o pensamento sobre a realidade de que estamos sozinhos naquele instante, fadados a morrer só, não a sós, e sim.. SÓ! É quando um buraco adquire forma, nome, peso e começa a te puxar na imensidão da dor de estar apenas.. só. Pense na carência como a forma de lhe mostrar que o precipício onde se está pendurado, ainda pode ruir e você cair um pouco mais. É o sentimento que lhe desperta para o desespero, para a necessidade, para a ilusão.
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